Quando faz sentido, o que separa seguidor de conexão, perfil ou página, e o que fazer com os seguidores no dia a dia.
Quando comprar seguidores no LinkedIn faz sentido
Faz sentido quando a sua experiência já é sólida e o perfil ainda não mostra isso. Os casos mais comuns:
- Consultor e freelancer que fecha contrato pelo LinkedIn.
- Vendedor B2B que faz prospecção todo dia.
- Especialista que quer ser lembrado como referência.
- Empresa que vai começar a publicar vaga ou conteúdo.
Seguidor e conexão são coisas diferentes
Conexão é mão dupla: precisa de aceite e o LinkedIn limita em 30.000 por perfil. Seguidor acompanha o que você publica sem depender de aceite. Por isso quem produz conteúdo costuma exibir o total de seguidores em destaque.
O que vendemos aqui são seguidores. Sua lista de conexões fica exatamente como está.
Perfil pessoal ou página da empresa?
O perfil é você: serve para vender, ser chamado e construir reputação. A página representa a marca e é o que aparece quando alguém pesquisa o nome da empresa.
Boa parte das empresas cuida dos dois: reforça a página e os perfis dos sócios ou do time comercial.
O que fazer depois que os seguidores entram
Seguidor dá peso ao perfil. Negócio vem do conteúdo. O que costuma funcionar por lá:
- Publique duas ou três vezes por semana, sobre o que você domina.
- Responda os comentários ainda nas primeiras horas.
- Deixe o título do perfil direto: o que você faz e para quem.
- Nos posts que importam, reforce com curtidas.
Preço dos seguidores
O pacote de 1.000 sai por R$ 499,00, igual para perfil e para página. O menor tem 100 seguidores por R$ 69,90 e o maior fecha em 3.000 por pedido. Pagamento único, sem mensalidade.




